
CMO & Business Director da Squadra é finalista do prêmio Executivo de TI do Ano 2026
Rafael Cichini, CMO & Business Director da Squadra, é um dos finalistas do Prêmio Executivo de TI do Ano 2026,na categoria Sustentabilidade.
A premiação, realizada anualmente desde 2001 pelo IT Fórum, reconhece e homenageia líderes de TI que conduziram projetos de alto impacto tecnológico e organizacional.
Cichini é um dos executivos que esteve à frente do projeto de impacto social global, realizado em parceria com a Microsoft, que impulsionou a atuação da instituição Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), que atua na prevenção e combate ao HIV pediátrico.
Como a Squadra levou IA a uma operação global de saúde
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) atua na prevenção da transmissão vertical do HIV e no tratamento de pacientes em 12 países. Assim como muitas organizações de grande porte, ela tinha dados suficientes para responder às perguntas estratégicas, mas não tinha uma forma rápida de consultá-los.
Os dados estavam espalhados por sistemas nacionais de informação em saúde que não conversavam entre si. Comparar indicadores entre países exigia trabalho manual e a geração de relatórios levava meses. Ferramentas de BI tradicionais não resolviam a pergunta feita em linguagem de negócio por quem não programa.
A abordagem que funcionou no projeto da EGPAF inverte a ordem habitual.
Centralizar, depois conversar com os agentes
Em vez de começar pelo assistente de IA, começou-se pela base. Os dados foram consolidados em um data lakehouse, com pipelines e um framework de metadados que padroniza as informações entre países.
Só então entrou a camada conversacional. O assistente recebe perguntas em linguagem natural de negócio, converte-as em consultas estruturadas e devolve gráficos, resumos e indicadores.
A tese é simples: um modelo de linguagem é tão confiável quanto a camada de dados e de recuperação por baixo dele. Sem padronização, o assistente apenas responde mais rápido com informação inconsistente.
O resultado declarado pelo projeto é a redução do ciclo de geração de relatórios e a ampliação do escopo analítico para mais indicadores e combinações de dados clínicos, impacto social mensurável na saúde global.
O próximo critério de sucesso é a confiança
Nos próximos anos, a diferença entre organizações que usam IA e organizações que se beneficiam dela deve estar menos no acesso aos modelos e mais na disciplina sobre os dados que alimentam as respostas. Em saúde global, esse rigor é crucial.
O gargalo raramente está no modelo e quase sempre está na integração, na governança e na confiança nos números.
Se quiser saber mais sobre o case que posicionou o CMO & Business Director da Squadra, Rafael Cichini, entre os finalistas do prêmio Executivo de TI do Ano 2026, acesse por aqui.


